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Blog criado pelo jovem Picuiense Alex Farias, 20 anos, Bacharelando em Direito pelo Centro Universitário do Rio Grande do Norte (UNI-RN), Escritor, Poeta e Cordelista. Tem o objetivo de mostrar ao mundo, através desse meio de comunicação tão amplo, ao qual chamamos de Internet suas criações, bem como de amigos,em poemas, poesias, cordeis, contos, crônicas, paródias e várias outras vertentes da literatura. Amigos,sejam todos muito bem vindos ao "Versando com Alex Farias".

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domingo, 22 de janeiro de 2012

A MORTE


A MORTE

Uma das coisas mais difíceis da vida é sem sombra de duvida alguma, tentar entender a morte, muitos já tentaram, e morreram tentando. Essa sim é uma tarefa difícil, confesso que já estive entre esses que tentaram entender a morte, mas fui vencido por ela! Se passar por sua cabeça ao ler a linha anterior, que morri, não é preciso se preocupar. Não sou nenhum Defunto-Autor, como fora Brás Cubas, e nem almejo isso tão cedo! Só quis dizer que desisti de procurar entender a morte, afinal de contas, a vida já é tão complicada!
O leitor a de concordar comigo, que a morte é um grande incomodo em nossas vidas, vez em quando achamos que estamos vivendo a melhor época de nossas vidas, e de repente do nada, vem àquela pancada e nos faz desmoronar. É quase que automático, Se você é uma criança, vive rodeada de amigos, tem uma vasta gama de brinquedos, vive brincando e mostra claramente que goza de muita felicidade, basta à morte resolver fazer uma visita, seja a um familiar próximo, um amigo seu ou da família, que toda essa felicidade vai abaixo, e aquele mundo perfeito idealizado por você, arruína-se. Mas vamos evoluir cronologicamente, digamos que você é um pré-adolescente, há pouco deu o seu primeiro beijo, é muito popular na rua e na escola, tem uma família amorosa e com certeza é muito feliz, isso é um resumo do que todo (a) garoto (a) que corresponde a essa idade, idealiza como mundo ideal, mas basta que a morte chegue, para o que aconteceu com a situação anteriormente citada, venha a ocorrer novamente. O mesmo se dá com o adolescente que tem um (a) namorado (a) lindo (a), que é sempre elogiado (a) pelos seus professores, passou com louvor no curso que sempre sonhou, perdeu a virgindade com a pessoa amada, e tem todos os motivos para dizer que é feliz. Assim como o adulto que tem o emprego dos sonhos, o cônjuge ideal, os filhos que Sempre pediu a Deus, a casa e o automóvel próprio enfim, a vida materialmente perfeita. Ou ainda você pode ser aquele (a) bom (a) velhinho (a), que todos gostam, e que criou e formou todos os filhos, além de ter todos seus netinhos ao redor. Seja qual for a situação a qual você esteja inserido, a dor da morte, não vai deixar de ser maior ou menor, sempre será a mesma quase insuportável dor.
Morte, com certeza tu és um dos algozes mais temidos por nós, pequenos mortais, ainda sonho com o dia, que você não passará de uma não saudosa lembrança do passado. Espero que esse dia venha logo e chegue o quanto, mas rápido possível for.
20:39 Postado por Alex Farias 0

domingo, 15 de janeiro de 2012

NA LINHA DO TEMPO

Na Linha Do Tempo

Esses últimos dias passaram como flecha! Não sei se fora empolgação ou o simples fato de estar de férias, mas essa sensação cada vez mais vem fortalecendo-se, talvez seja pura paranoia ou quem sabe os dias tenham realmente diminuído.
Dias mais curtos, problemas mais longos, dificuldades maiores, felicidades a mil, paradoxos incompletos que invadem nossas vidas, e o tempo? Esse sim nos surpreende, parece que foi ontem o dia que completei meus 15 anos, ainda cursava o segundo ano do ensino médio, e hoje aqui estou, com meus 19, cursando o terceiro ano do curso de Direito.
Não é nada difícil encontrar-me envolvido em pensamentos, que me deixam com saudade daquele querido tempo de ensino médio, vez em quando me pego viajando mais além para o passado, e assim acabo chegando a minha saudosa infância, quando para provar minha masculinidade, resolvia junto com meus colegas, confrontar qualquer outro grupo do bairro. Tempo bom aquele! Lembro-me como se fosse há alguns minutos atrás, quando eu batia no peito e gritava enfurecido, em uma tentativa vã de imitar aqueles filmes de batalhas épicas, gritava: “DEIXA DOIS COMIGO, O RESTO SEGUREM, ASSIM QUE ACABAR DOU UM JEITO NELES”. Vendo assim, o amigo leitor pode pensar que eu era bem maior e com certeza, bem mais encorpado que os outros, mas enganam-se, sempre fui baixinho e magrelo. Eu era é muito atrevido, vez em quando chegava quebrado em casa, bons tempos aqueles, ainda carrego cicatrizes em meu corpo das surras, quedas e coisas do tipo.
É ótimo quando me lembro da minha primeira sensação de déjà vu, tinha cerca de 12 anos, e passei por uma situação que pensei ter vivido anteriormente, aquilo embaralhou minha cabeça de um jeito que é inimaginável. Comecei a tentar bolar teorias que me levassem a resposta para tal fato. Mas venhamos e convenhamos, que as teorias de um menino de 12 anos nem sempre são as mais plausíveis, e esse era o meu caso. Comecei a imaginar-me como um viajante do tempo, mas isso é história para outra crônica.
Ainda, de vez em quando, estou parado no tempo imaginando meu futuro como Juiz, policial, atleta, cantor, escritor, pedreiro, padeiro ou quem sabe um mendigo. O futuro é escuro, e como diria minha vó: “O futuro a Deus pertence meu fi”. Mas chega de falar em passado ou em futuro, bom mesmo é viver o presente amigos.
23:30 Postado por Alex Farias 3

sábado, 14 de janeiro de 2012

É PRECISO FALAR DE DROGAS

A postagem de amigos desta semana tem um toque todo especial do professor de língua portuguesa, Jailson Lucena. Trata-se de uma crônica, que o mesmo escreveu pensando nos nossos jovens. Seja você jovem, adulto ou idoso você tem que ler essa crônica.

É PRECISO FALAR DE DROGAS

Quando criança eu costumava pegar filhotes de peixe que se “perdiam” em poços formados após os córregos temporários secarem. Por serem pequenos e ainda não entendidos da sobrevivência nesses rios do sertão, quase sempre secos, não atentavam para o perigo em que se metiam ao subirem cada vez mais longe.
Como aqueles peixes perdidos e condenados a não poder retornar ao curso de rios maiores, vejo muitos meninos e meninas se “afogando” em pouca água dos córregos das DROGAS dos quais terão dificuldades de voltar aos “rios” mais seguros do estudo, do trabalho e da convivência social sadia.
Movidos pela inquietação tão bela e típica da idade, acabam protestando contra o próprio corpo e contra a vida deles ou dos outros, quando combinam drogas lícitas ou ilícitas com direção e matam e morrem nas estradas. Perdem, assim, um tempo precioso em que poderiam estar se preparando para enfrentar as fortes correntezas que nos esperam na vida adulta.
Moramos num país que nos últimos quarenta anos praticamente mudou a sua população de predominantemente rural para urbana. Logo, a geração de pais que temos hoje é duplamente distante dos filhos – no tempo e no espaço. Isso dificulta o diálogo entre eles, tão necessário para o direcionamento por águas mais tranqüilas. Sem falar nas condições sub-humanas a que estão submetidos – pais e filhos- nas periferias das grandes e médias cidades brasileiras. 
Já aqueles que alcançaram um poder aquisitivo melhor preocupam-se apenas em oferecer aos filhos o conforto material que não tiveram na infância, esquecendo-se do principal, a sua formação ética.
Dos usuários de drogas, os de origem humilde são menos de trinta por cento. Relativamente pouco para um país tão injusto como nosso, entretanto são eles os que mais sofrem as conseqüências. Vivendo em ambientes dominados pela violência e, muitas vezes, sem a proteção necessária da família e do estado, o vicio acaba sendo a única opção para muitos jovens. A eles nem a clinica de recuperação é a ultima alternativa, só lhe restam o trafico e o crime. Depois disso, a prisão e a morte, já que bandido nunca envelhece por aqui.
E os outros setenta por cento de usuários oriundos das classes media e alta? Esses usam o velho jeitinho brasileiro para se safarem da responsabilidade direta que tem com a violência-conseqüência do consumo elevado de drogas. Se eles estão bem, que se danem os morros, as favelas com seus moradores enfiados numa guerra civil. Afinal eles moram nas zonas nobres, nos seus condomínios de luxo onde a violência é menor do que a de paises europeus.
Enfim, somos um país novo, quase um adolescente, que não aprendeu ainda a resolver os seus problemas nem compreendê-los a fundo como faz um adulto responsável. Com isso, deixa parte do seu maior capital – a sua juventude – se perder aos poucos. Também não é para menos, com uma escola ineficiente e desinteressante como a nossa escola pública brasileira, como vamos ocupar tanta gente. Além disso, não dispomos de nenhuma política pública na área de esportes, basta olhar quanto foi gasto no ano passado no seu município ou no nosso estado nessa área.
Daí a responsabilidade com esse problema ser de todos nós, pais, professores, formadores de opinião de um modo geral e dos jovens conscientes e responsáveis. Não podemos ignorar, ficar calado ou fingir que o problema é do vizinho. Que posso fazer então? Falar, falar, discutir, esclarecer, pois, caso contrário, só nos restará pedir socorro. E ai será tarde demais!
15:41 Postado por Alex Farias 0

domingo, 8 de janeiro de 2012

O REAL SABOR DA PAQUERA



O REAL SABOR DA PAQUERA

Esses dias passei por uma situação um tanto quanto delicada, uma garota veio me perguntar o que ela tinha feito de errado ao se declarar para um amigo meu. Confesso que não foi dos melhores momentos de minha vida, pois não faço parte do rol de melhores conselheiros, e em matéria de amor então, mas também sei que para aconselhar não é necessário fazer parte de tal rol.
Depois de pensar por alguns segundos, cheguei a uma resposta razoável a tal pergunta, e imaginei logo em seguida que tal resposta poderia me proporcionar o prazer de escrever uma boa crônica, nesse momento é o que estou a fazer.
Convido agora aos meus queridos leitores, para embarcarem comigo em uma viagem um tanto quanto diferente, e assim em uma maquina do tempo podermos chegar há um período equivalente há 2 milhões a.C até aproximadamente 10.000 a.C, período esse que os historiadores denominam de Idade da Pedra lascada(que me perdoem os historiadores se aqui falo besteira).
Depois de nos situarmos em tal período da historia humana, devemos imaginar como o homem pré-histórico fazia para obter seu alimento na época em destaque, pois já nos é de conhecimento que nesse momento histórico o homem não contava com técnicas de produção agrícola, o que o obrigava a viver em constante deslocamento. Sempre buscando seus meios de sobrevivência, o homem procurava lugares com uma maior disponibilidade de frutas, caça e pesca.  Fazendo uso de madeira, ossos, pedras e materiais do tipo, fabricava assim suas armas e utensílios. Logo não é nada difícil deduzir que os homens eram o que podemos chamar de caçadores e coletores, caçando assim animais e comendo vegetais em busca da sobrevivência.
Agora é chegado o momento de nos aprofundarmos melhor no assunto, para isso vou apresentar a vocês alguém que viveu na época a qual estamos falando. Conheçam então Makakitos Gentys Fynas, que carinhosamente iremos chamar de Kaki.
Kaki sempre viveu só, desde cedo aprendeu a se virar na vida, vivendo essencialmente da caça, e assim se deu desde seu nascimento até metade de sua vida adulta. Só que existe um momento da vida em que cada ser humano encontra um semelhante (geralmente do sexo oposto, nada contra as exceções) e decide viver ao lado dessa pessoa até o término de suas vidas terrestres. E assim se deu com Kaki que conheceu Kaka, (pra não da muito trabalho vamos trocar o L pelo A e ficamos acertados) mas Kaka não era de coleta ou de casa, pelo contrário Kaka era da caça. Logo depois de juntar os trapos com o velho Makakitos ela cuidou de aposentar o rapaz em casa e passou a caçar e trazer a caça de mãos beijadas para o homem.
Bem, não há melhor momento para esclarecer algumas pequenas dúvidas que podem nesse momento povoar a cabeça do amigo leitor, que o de agora. Não sei se estou conseguindo meu objetivo, mas inicialmente objetivei fazer uso de analogia para comparar a caça com a paquera. O nosso Kaki viveu a vida inteira caçando (paquerando), mas certo dia achou alguém que fizesse o que ele estava acostumado a fazer e algumas vezes até melhor. Kaki gostou e parou de caçar (paquerar), hoje é o que está acontecendo com os relacionamentos, nós deixamos de ser caçador para virar caça, não estou dizendo que não é bom ser paquerado, pois não a coisa melhor do que você saber que existe alguém que sente o mínimo de interesse possível em você. O que estou dizendo é que alguns homens ainda não se acostumaram com tal ideia, e quando se deparam com tal situação não sabem o que fazer. Correr? Humilhar? Ceder? Amar? Sofrer? Varias alternativas vão nascendo na cabeça de nós homens, mas o que realmente fazer é a grande dúvida.
E no fim das contas o que aconteceu com Kaki? Simples, o tempo passou e nosso personagem principal acostumou-se na “boa vida”, mas a saúde de sua mulher nunca fora das melhores, certo dia então Kaka parte dessa para uma melhor. Mas a vida para Kaki continua, e ele teve que se virar, sentiu fome e teve que voltar a caçada, só que o tempo na inatividade o deixou sem jeito de pegar no tacape, com a lança empunhada erroneamente, e esses erros podem muito bem ser fatais quando se vive ao lado de feras. E Kaki descobriu isso da pior maneira possível, ao se deparar com um Smilodon (Tigre Dentes-de-sabre) viu que não possuía aquela agilidade de antigamente e isso o custou à vida.
Triste não? Mas meu objetivo nunca fora escrever uma historia de amor com essa crônica, e sim deixar o sobreaviso as “Garotas de Plantão” não precisam ser extremamente fáceis às vezes a “caçada” nos faz bem, mas também não é necessário ser difícil de mais, pois quando algo é muito difícil, às vezes é fácil desistir. Não sei se ajudei alguém, talvez tenha só atrapalhado e embaralhado a cabeça de alguns, mas se isso o fiz, fico muito contente, pois assim sei que aprendi a escrever. 
22:32 Postado por Alex Farias 1

domingo, 1 de janeiro de 2012

A PRIMEIRA POSTAGEM

Estive pensando, refletindo, imaginando e confesso que chegou a feder! Demorou mais chegou e agora você amigo(a) leitor(a) pode estar perguntando-se “o que será que deu tanto trabalho ao Alex?” a resposta é simples, o que escrever em minha primeira postagem? Poderia escrever um cordel que começasse mais ou menos assim:
Sejam muito bem vindos
Ao versando com Alex Farias,
Um blog bom de conversa
E livre de baixarias,
Onde nosso objetivo
É trazer só alegrias.
                                                                                                                                      
                Mais achei muita responsabilidade para um cordel e me culparia a vida inteira se isso não desse certo e eu acabasse assim desgraçando a vida do pobre cordel, sem sombra de duvidas o cordel nunca mais seria o mesmo. Então pensei em fazer um poema ou poesia mais logo desisti e vi que os fundamentos que me impediam de fazer um cordel, não eram menos fracos quando se falava de poemas ou poesias e assim acabei desistindo dessa ideia também.
                E depois de duas tentativas frustradas pensei comigo mesmo, bem que eu podia pedir a um dos meus colegas colunistas que escrevessem sobre o blog, e mais uma vez desisti, pois pensei, se eu pedir ao Ronalty Neri ou “Royality” (Piada Interna) ele irá escrever e muito bem, em cima do ponto de vista do mesmo! E se eu pedir ao Welisson Marlon Junior (pequena pausa para respirar) ele irá bolar algo interessantíssimo e irá trazer uma visão totalmente poética da coisa. Claro que eu poderia pedir a outra pessoa interessada, mais pensei comigo mesmo: “Bem, o blog chama-se VERSANDO COM ALEX FARIAS, logo nada mais sensato que a primeira postagem seja escrita pelo individuo que atende por esse nome, não concordam?” e nessa brincadeira minha primeira postagem acabou sendo frustrada pela terceira vez.
                Mais eu sou brasileiro amigo (a) e “Brasileiro não desisti nunca” (se bem que toda regra tem sua exceção e essa frase ficaria bem mais real se fosse escrita assim: “Brasileiro só desisti de vez em quando”, mais isso não vem ao caso, pois não desejo de maneira nenhuma ser linchado) e então tocou aquela musica de suspense com uma leve pitada de emoção em minha mente e pensei, bem que poderia tentar homenagear algum dos vários compositores dos quais eu costumo admirar diariamente entre eles, Nando Reis, Arnaldo Antunes, Lulu Santos, Renato Russo, Raul Seixas, Paula Fernandes, Zeca Baleiro, Caetano Veloso, Seu Jorge e claro o grande Paraibano Zé Ramalho entre outros. Essa sim era uma grande ideia, mas uma coisa que chamam de inspiração acabou não me permitindo parodiar esses grandes nomes.
                Comecei a ficar muito irritado com minha falta de inspiração, mas nem tudo estava acabado senhoras e senhores, pensei escrever um conto onde o personagem principal idealizava um blog e que não sabia o que postar em sua primeira vez, mas daria muito na cara e logo me apontariam como tal personagem e não estou escrevendo sobre mim mais sim sobre o blog. Logo pensei, bem que eu poderia escrever uma pequena crônica para falar da primeira postagem e aqui estou a escrever, já que eu transformei o domingo como o dia da crônica neste blog (Lembrando que sou nordestino e aqui em Picuí ainda é domingo, graças ao bendito horário de verão, então o horário e dia que o amigo (a) está vendo é o horário da internet que segue o horário de Brasília) aproveitei para fazer uso da mesma para assim escrever sobre minha primeira postagem, inicialmente pensei em comparar a primeira postagem com o nascimento de um filho, que você passou meses e meses preparando-se para tão glorioso momento e quando ele finalmente chegou você percebeu que não estava preparado, mas é uma responsabilidade e é necessário ser homem e encarar com fé o desafio que vem pela frente, mais não gostei de tal comparação e logo a descartei. Foi ai que me veio à mente comparar a primeira postagem com a primeira relação sexual, mais desisti quando lembrei que essa comparação iria deixar muita gente com duvidas, afinal de contas a relação sexual inicialmente já traz uma incerteza na cabeça do cidadão, haja vista que existe toda aquela preocupação para que seja boa, com a pessoa certa e a melhor de toda uma vida. Mais nem sempre é assim, às vezes é ruim, com a pessoa errada e a pior de todas. As vezes desanima e as vezes te inspira, as vezes lhe proporciona boas lembranças e as vezes as piores delas, e com a primeira postagem não é de maneira alguma diferente e tanto na primeira postagem como na primeira relação sexual, depois de feita não tem volta! Agora não há mais o que fazer, depois de tudo isso não irei voltar atrás, pois marcha ré é uma coisa que não existe na vida. O que me resta agora é rezar e orar para que nomes como Machado de Assis, Augusto dos Anjos e vários outros grandes nomes da literatura brasileira, não se contorçam em seus túmulos, pelos erros e besteiras que estão escritos acima e que você amigo (a) Leitor (a) goste do que aqui leu e que possa voltar diariamente aqui e acompanhar nossa agenda diária, acredito que comecei 2012 bem e finalmente consegui minha PRIMEIRA POSTAGEM! (Ufa!)


AUTOR: Alex Farias (O Acha Bom Jr.)
23:56 Postado por Alex Farias 0